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VITRINE DA RAPOSA
Jornalismo Estudantil no Vale do Araguaia


Estudantes transformam abandono em esperança por meio da adoção
Alunos da UFMT, voluntários e o poder público unem forças para dar nova chance a cães e gatos abandonados nos Campus de Barra do Garças e Pontal do Araguaia


Sob o Tremor das Imagens e o protagonismo indígena no cinema
Como a apropriação das técnicas do audiovisual pelos povos indígenas transforma a forma de contar suas próprias histórias?


Centro Acadêmico de Jornalismo inicia nova gestão com foco em diálogo e inovação
Chapa MediAção assume o CAJA para o mandato 2026/2027 com propostas de inovação, integração e fortalecimento do curso de Jornalismo


Academia Alpha conquista dois títulos no Muay Thai para Barra do Garças
Caetano Muria e Isabela Sachetti venceram suas categorias por nocaute técnico (TKO) no Campeonato Goiano de Muay Thai Tradicional


Cotas ampliam acesso de estudantes negros às universidades, mas permanência ainda é desafio
linha fina Por: Bruna Milhomem e Hannielly Rodrigues A política de cotas raciais tem aumentado o número de alunos negros nas universidades públicas, incluindo mulheres, e se consolidando como uma das principais estratégias de democratização do ensino superior do país. Nesse contexto, a Lei n°12.711, de 29 de agosto de 2012 destina 50% das vagas em universidades federais para alunos que cursaram todo o ensino médio em escolas públicas. Parte dessa reserva é destinada a g


Médico fala sobre racismo e preconceito na profissão
Em entrevista exclusiva, o médico Petterson Peres discute a baixa representatividade negra na medicina, as barreiras do vestibular e o cotidiano nos hospitais do Vale do Araguaia Por: Margarete de Castro Nascido em Paraúna (GO), filho único de Ivonete, secretária em uma escola de inglês, e de Nivaldo, caminhoneiro. Petterson Augusto Peres tornou-se o primeiro médico da família, um marco em uma área profundamente elitizada e com baixa representatividade negra. Enquanto 55,5%


Linguagem reproduz racismo no cotidiano brasileiro
Expressões herdadas da escravidão seguem em uso e reforçam desigualdades raciais, apontam pesquisadores. Por: Sophia Claudino e Alliah Peres A língua portuguesa falada no Brasil carrega marcas do período escravocrata. Expressões como “criado-mudo” e “não sou tuas negas” surgiram nesse contexto histórico, conforme apontam estudos da linguística. Essas construções, que associam pessoas negras à submissão e inferioridade, contribuem para a manutenção de estereótipos raciais. Môn
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